domingo, 31 de agosto de 2008
Em off
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Amor e tosse
Ontem não tive cabeça para escrever algo bom, mas não poderia deixar assim não, ainda mais depois do que li. Palavras sinceras, penso eu. Reconheço o quanto é difícil expressar sentimentos daquela forma, mas faço de suas palavras as minhas: papel aceita tudo, mas o coração não. Nada mais é que um papel, a lembrança concreta. Palavras não só sinceras, mas muito bem empregadas. Espero ter alcançado meu objetivo ao dizer, ao escrever e demonstrar tudo que sinto. Nunca fui de me abrir diretamente assim, mas essa foi inclusive uma das minhas muitas mudanças nesse mês. Um mês intenso, muito intenso. Passou rápido por ter sido bom, por ter acontecido tantas coisas assim. Você despertou em mim interesses que jamais pensei em ter, me ensinou tudo que eu me recusei a aprender antes, abriu meus olhos para coisas que eu tentava não enxergar, me fez crescer e me tornar uma pessoa melhor, não só pros outros, mas comigo mesma. Avanço na minha vida! Grande avanço. Por estar ao meu lado nesse tempo, por me ouvir e dizer tudo que preciso escutar, por me entender quando ninguém quer sequer tentar, por me abraçar exatamente quando eu quero, por ser você, eu quero te dizer pela 835729ª vez que eu te amo de verdade. Sem egoísmo, sem possessão, sem medo algum. Amor et tussis non celantur. Isso é mais certo que qualquer cálculo de física elétrica. Nunca vou esquecer de detalhe nenhum do que passamos até agora. E espero que ainda passemos muito tempo juntos porque dentre meus planos de futuro, você faz parte de muitos. Crise nenhuma abala o que sinto por você, afinal são apenas crises. Te amo!
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Sobre mim II
terça-feira, 5 de agosto de 2008
10 000 a.C.
Esse é o nome do filme que embalou a noite. Nada fez sentido, nada mesmo. Nem o filme, nem os comentários, nem as mãos frias que se entrelaçavam. Mão fria, coração quente. O meu estava – e como! O filme era muito sem graça, pra mim, ou então a companhia era que concentrava toda graça e plenitude do momento. Não entendi bulhufas e ri o tempo inteiro. Exagero, imortalidade, crenças bobas, foi divertido. Ainda mais o final previsto. “Agora vai nascer um pé de couve ali!” Nunca ri tanto. Acho que se fosse comentário de outra pessoa, eu zombaria bastante, mas como foi dele... Ai, fazer o que, né? Poderia ter sido melhor, com ajuda de uma iluminação mais fraca ou um edredom para conservar o calor dos corpos. Coxa a coxa, carinho nos abraços, aperto de mão nos momentos em que aparecia sangue. Engraçado como as coisas são: nunca gostei muito de filme. De uns tempos pra cá, despertou em mim um interesse tão grande. Pra tudo, temos explicação. Tudo começou com um filme – que ninguém viu, mas tudo bem. Filmes serão sempre bem-vindos nesse sonho que, segundo ele, ainda não acabou. Tudo muito bom, tudo muito lindo. Capacidade incrível de chamar minha atenção! Nem sei como explicar. Eu te amo, não tem como esconder nem negar.