sexta-feira, 25 de abril de 2008
Abacate
terça-feira, 22 de abril de 2008
Pesadelo
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Cama, doce cama
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Amanda
Amanda amada, amada Amanda. Sinceramente, acho difícil escrever algo á sua altura. É impossível colocar aqui tudo o que eu sinto por ela, o que eu penso. É tão imenso, e ninguém seria capaz de me entender. Eu me sinto completa, me sinto à vontade, me sinto uma pessoa extremamente feliz, quiçá a mais feliz, com ela. Por ela eu seria capaz de enfrentar o mundo, de subir o Everest, de nadar no Mar Morto, eu pularia do World Trade Center se ainda estivesse lá. Toda coragem, todo pudor, tudo que eu tenho de bom é graças a ela, que me mudou. Sem ela, não conheceria o lado bom de viver, aliás, nem sei se eu ainda viveria. É ela, e só ela, que consegue com um olhar me entender. O seu silêncio basta pra mim, às vezes até melhor que qualquer conselho. Ela sabe exatamente o que eu preciso e o mais importante: sabe me dar na hora certa. Se alegria estivesse à venda, não importa o preço, eu me virava pra comprar tudo pra ela! É perfeita, nunca vi coração mais puro. Mesmo não demonstrando toda hora seus medos e planos, qualquer um sabe o que está se passando na sua cabeça. Ou não... Certas vezes me preocupo, ou melhor, sinto uma enorme curiosidade de saber o que é que ela esconde. Isso é fato: ela não oferece tudo aquilo que pode dar. O que mais tem atrás daquele sorriso constante, daqueles olhos pequenos? Seus traços são marcantes, sua imagem permanece na cabeça de qualquer pessoa por algum tempo. Mas, de novo a dúvida: ela tem mesmo mais coisa boa pra expor? Seria exagero, ela não precisa de mais nada pra se tornar especial e inesquecível. Ela é notável, é expressiva e eu, tive o privilégio de conhecer bem. Não tão bem quanto gostaria, mas o suficiente pra dizer aqui agora o quanto ela significa pra mim. É a minha eterna amiga, uma das únicas que enche a mão dos amigos de verdade. Amanda!
Coisa de momento
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Um anjo
terça-feira, 15 de abril de 2008
Teoria do abismo
O que fazer quando se encontra bem próxima de um, prestes a cair? Podemos voltar, sem movimentos bruscos, com passos regressivos. Neste caso, o mais provável seria refazer o caminho, mas a probabilidade de chegar novamente à beira do abismo existe. Então, por que não se jogar de uma vez já que o retorno para o início do trajeto é tão difícil? É a falta de coragem, porque sabemos o que vai acontecer. Mas, no mundo acontecem coisas estranhas, que parecem óbvias para poucas pessoas que conseguem enxergar de uma outra forma. Você pode sim se jogar e não cair. Não, minha intenção não é contrariar as leis da física e brigar com a força da gravidade – ainda. Diante dessa situação, não é muito difícil acreditar que discretamente, há alguém nos observando, mesmo sem dar palpites e soluções para a tal decisão que me levou a escrever isso. Esse alguém é o que chamam de amigo. Com toda certeza, eu sei que ele impediria minha queda, faria o possível e o impossível porque mesmo sem gritar por socorro, ele sabe quando e o quanto eu preciso de ajuda naquele momento. Todas as dúvidas anteriores então desaparecem e o desejo de se refazer o caminho pode se concretizar; dessa vez com passos a diante e vendo tudo que acontece. Se a pessoa já era especial, agora se torna mais ainda, pois mostraria que as coisas poderiam ser diferentes desde o início e que nunca houve culpado no erro. Aos amigos do abismo, um muito obrigada. Aos demais, interpretem como quiser. Isso é filosofia!