segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Novela mexicana
domingo, 7 de dezembro de 2008
Pensar e escrever
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Let it Bee
Nada de grandes textos e versos,
Apenas uma poesia, quem diria...
Te escrevo, Linhas sem imaginação, mas q saem do coração.
Linhas tímidas e sem cor, com um pouco de pudor.
Linhas digitadas, pois no papel seriam gambiarradas.
Linhas mal traçadas e avacalhadas.
Mas que eu escrevo com boa intenção e grande satisfação
por ter alguém como você, assim, perto de mim.
Uma poesia sem dobras de barquinho,
pois eu sei fazer no máximo um aviãozinho,
Você agora tem um tênis, até parece gente.
Muito inteligente, a tão ponto de livros escrever.
Sempre a surpreender.
Agora tá até parecendo menininha, só falta a sainha.
Acho melhor parar de te marretar, pois você pode morfar
ou se tranformar em Saiadim, já imaginou? Tadinho de mim.
Chega dessas riminhas, cansei de preencher linhas.
Já tem muito tempo que estou escrevendo
e você perdendo seu tempo lendo
alguma coisa desse tipo, sem classe e sem cultura,
enquanto você poderia estar lendo algo à sua altura.
Para encerrar, um aviso, sem estressar:
fica de olho na sua irmã, que já pensa em namorar.
Custelinha, Costela Frito Master, Matheus Robinson Crusoé, Rabada...
domingo, 31 de agosto de 2008
Em off
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Amor e tosse
Ontem não tive cabeça para escrever algo bom, mas não poderia deixar assim não, ainda mais depois do que li. Palavras sinceras, penso eu. Reconheço o quanto é difícil expressar sentimentos daquela forma, mas faço de suas palavras as minhas: papel aceita tudo, mas o coração não. Nada mais é que um papel, a lembrança concreta. Palavras não só sinceras, mas muito bem empregadas. Espero ter alcançado meu objetivo ao dizer, ao escrever e demonstrar tudo que sinto. Nunca fui de me abrir diretamente assim, mas essa foi inclusive uma das minhas muitas mudanças nesse mês. Um mês intenso, muito intenso. Passou rápido por ter sido bom, por ter acontecido tantas coisas assim. Você despertou em mim interesses que jamais pensei em ter, me ensinou tudo que eu me recusei a aprender antes, abriu meus olhos para coisas que eu tentava não enxergar, me fez crescer e me tornar uma pessoa melhor, não só pros outros, mas comigo mesma. Avanço na minha vida! Grande avanço. Por estar ao meu lado nesse tempo, por me ouvir e dizer tudo que preciso escutar, por me entender quando ninguém quer sequer tentar, por me abraçar exatamente quando eu quero, por ser você, eu quero te dizer pela 835729ª vez que eu te amo de verdade. Sem egoísmo, sem possessão, sem medo algum. Amor et tussis non celantur. Isso é mais certo que qualquer cálculo de física elétrica. Nunca vou esquecer de detalhe nenhum do que passamos até agora. E espero que ainda passemos muito tempo juntos porque dentre meus planos de futuro, você faz parte de muitos. Crise nenhuma abala o que sinto por você, afinal são apenas crises. Te amo!
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Sobre mim II
terça-feira, 5 de agosto de 2008
10 000 a.C.
Esse é o nome do filme que embalou a noite. Nada fez sentido, nada mesmo. Nem o filme, nem os comentários, nem as mãos frias que se entrelaçavam. Mão fria, coração quente. O meu estava – e como! O filme era muito sem graça, pra mim, ou então a companhia era que concentrava toda graça e plenitude do momento. Não entendi bulhufas e ri o tempo inteiro. Exagero, imortalidade, crenças bobas, foi divertido. Ainda mais o final previsto. “Agora vai nascer um pé de couve ali!” Nunca ri tanto. Acho que se fosse comentário de outra pessoa, eu zombaria bastante, mas como foi dele... Ai, fazer o que, né? Poderia ter sido melhor, com ajuda de uma iluminação mais fraca ou um edredom para conservar o calor dos corpos. Coxa a coxa, carinho nos abraços, aperto de mão nos momentos em que aparecia sangue. Engraçado como as coisas são: nunca gostei muito de filme. De uns tempos pra cá, despertou em mim um interesse tão grande. Pra tudo, temos explicação. Tudo começou com um filme – que ninguém viu, mas tudo bem. Filmes serão sempre bem-vindos nesse sonho que, segundo ele, ainda não acabou. Tudo muito bom, tudo muito lindo. Capacidade incrível de chamar minha atenção! Nem sei como explicar. Eu te amo, não tem como esconder nem negar.
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Noite
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Semana
Droga. A semana começa bem na segunda-feira, tudo quase perfeito. A terça já piora com uma leve discussão, mas nada que eu não possa superar. Quarta-feira, tensão total, minha mãe operando e eu aqui, a alguns quilômetros de distância esperando notícias. Tive palestra na escola e decidi minha profissão: bombeiro feminino. Vou praticar meu lado Alzira, descendo pelo cano. Alegria de pobre dura pouco (imaginação também). Não tenho altura suficiente para me unir aos demais. A quarta-feira tinha de tudo pra ser legal e foi, menos do que eu esperava, mas tudo bem. Estava com uma certa vergonha e receio de descobrirem minhas intenções e sem querer descobriram. Vergonha, vergonha, vergonha. Vergonha 263517 vezes! Pra piorar um pouco mais a situação, claro, encontro com a última pessoa que eu gostaria de ver naquele momento. Droga ao quadrado. Era pra ser meia hora de conversa interessante, assuntos mais interessantes ainda. Mas não, isso não foi possível nem por 5 minutos. Tudo e todos invadiram aquele momento e desviaram o olhar e otras cositas mas. A recompensa do dia foi a imagem em papel que pude guardar comigo pra imaginar o que poderia ter acontecido. A tarde de quarta foi legal, divertida. Fotos, fotos, fotos. Criatividade 521461 vezes! A noite já não foi tão boa assim. Droga ao cubo. O desafio foi lançado e não sei como lidar com isso. Não defino como fraqueza, impotência ou algo do tipo. Mas não gosto nem um pouco de disputa. Ou melhor, eu odeio. E assim acabou minha noite, minha quarta. Minha quinta foi normal, nada de extraordinário aconteceu e foi talvez o melhor dia da semana. Hoje, sexta, o última dia útil vai virar o dia mais inútil. Pretendo sair, mas estou com um leve pressentimento de que não vai dar certo. Será porque, né? Nessa falta de sorte que estou, tenho medo de pisar fora de casa. Mas enfim, escrevi isso só pra ter um texto aqui mesmo. Fim de semana ta aí, aproveitem por mim.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Regresso
Depois de um bom tempo sem escrever nada aqui, pretendo voltar à ativa. A vontade de me expressar, a satisfação em fazer isso está voltando aos poucos. O sorriso já aparece no meu rosto seco, o coração já dispara com coisas pequenas. Voltei a ser quem eu era: a eterna boba apaixonada. Me perdoem as besteiras que fiz durante esse curto intervalo de tempo, mas que valeram para uma vida inteira. Exagero da minha parte, mas errei muito em certas atitudes. O que aprendi com isso tudo foi a ser mais dura, insensível, coisa que não combina comigo, definitivamente. O que era pra marcar como uma demonstração de carinho, algo que possa ser chamado de amor pra mim não passa de diversão. Há um tempo atrás, um simples olhar diferente significava tudo pra mim. Hoje não é quase nada. Eu não sou assim e não posso ser assim. Eu mudei muito rápido, não vejo as coisas como antes, as pessoas já não são as mesmas e eu só bato a cabeça contra a parede. Quatro paredes... É sinônimo de sigilo, não é? Nem sempre. Voltando ao assunto anterior. Toda essa mudança seria necessária, mas não esperava que fosse em ritmo tão acelerado assim! Meu Deus, tudo aconteceu tão rápido, minha vida virou de pernas pro ar, está plantando bananeira. Tenho medo. Não, eu não tenho. Se tivesse, não ousaria nem a pensar em fazer tudo que fiz nessas últimas semanas. O ócio também reinou no meu quarto. Minha rotina dentro de casa (o que tem sido raro) é da cama pra cozinha. Estico o fio, passo horas em frente minha tela 15’’, fazendo seiláoquê, sempre encontro algo. Desde pesquisas para amigos até jogar o clássico pacman. Até sonhei com o bichinho comendo minhas coisas. Não faria diferença. Poderia comer também como bônus meus pensamentos. Coisas idiotas, besteiras e malícia. Droga! Quero voltar a ser quem eu era.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Poeiras
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Dia D
Ou dia DR, talvez. O que era pra ser mais um dia comum, se tornou um dos mais especiais da minha vida. O escuro nunca foi tão legal pra mim. Gato mia! Era pra ser só mais um dia qualquer nessa vida que eu levo. Mas não, foi O dia. Nunca valorizei tanto uma conversa como a de ontem. Pratos limpos, roupa lavada, terapia de casal. Discutimos a relação que nem existe (infelizmente). Preguenta, idiota. Fui chamada disso e outras coisas relevantes. Cada um com o seu ponto de vista, certo? Mas disse que isso combina comigo e que odeia isso. Raciocinando, organizando as idéias: ele gosta de mim, mas odeia meu jeito. Mas se eu mudo, evito fazer o que o irrita, ele passa a não gostar da minha presença. E ainda pergunta se eu consigo entender. Até tento, juro! Mas não dá, é muito difícil. Mas vindo dele, nada é fácil. Tudo bem, o interessante e importante agora é como estamos: bem. Enfim, foi muito legal e me sinto (quase) completa. Satisfação pessoal.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Mau humor
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Juízo nenhum
sábado, 14 de junho de 2008
Acidente
Para meu amigo, seria pura emoção. Em pleno sono da tarde, para compensar a noite anterior, o interfone tocou. Era uma vizinha, solicitando minha presença urgente na esquina. Um acidente com um velho conhecido, bateu de frente com um caminhão, estava de moto. A moto nem dele era, mas ele estava regular com sua habilitação. Odeio esse tipo de coisa, porque sempre tem sangue envolvido. Mas ninguém sabia como e quem procurar, já que eu era a única pessoa que o conhecia. Ao me aproximar, só consegui ver o rosto e reconheci, era quem eu pensava mesmo. Os bombeiros imobilizavam o corpo. Nada muito grave, apenas cortes. Um deles profundo, na perna. Minhas pernas bambearam, meu coração disparou. As pessoas que cercavam o local queriam mais detalhes. A única pergunta que eu conseguia entender era “já avisaram a família?”. Cheguei a uma pequena distância e vi que ele estava bem, apesar dos ferimentos. Recusava em passar o telefone para aquele monte de estranhos e se sentia incomodado com a curiosidade dos outros. Ao me ver, deu um leve sorriso. Perguntei como eu poderia entrar em contato com sua irmã, qual o número do telefone. Silêncio. Insisti mais uma vez e perguntei se ele estava me reconhecendo. Resposta: “claro, eu estava indo te ver”. Isso tocou bem fundo em mim e senti um aperto no peito. Quando percebeu que eu estava lá, passou o número que todo mundo queria. A pergunta dos curiosos então era “quem é essa?”. Isso era o que menos importava na hora. Conversei, com calma, tentando passar tranqüilidade para a irmã. Acho que funcionou, ela não entrou em desespero. Vi o carro do corpo de bombeiros levando-o ao hospital. Levei para casa os pertences pessoais e seu capacete. Em poucos minutos, a policia chegou para fazer ocorrência. Se eu fosse maior de idade, até me responsabilizaria. Entreguei o capacete para ajudar os oficiais. Tudo se resolveu rápido Tomei a famosa água com açúcar para me acalmar um pouco. Agora tudo está bem, fora o restante dos curiosos e mais alguns que chegaram. Olho pro lado, vejo seu chinelo e me dá um aperto. Ele vai voltar pra buscar e isso me deixa feliz. Espero que esteja bem, que nada tenha acontecido. Pelo menos nos encontramos, era essa a intenção. O susto foi grande, a emoção maior ainda. Melhoras, querido.
Sábado 14
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Dia dos namorados
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Ano
365 dias, 8760 horas, 525600 minutos, 31536000 segundos! É muito tempo para tão pouco. Fazendo uma proporção: foram únicas 3 vezes, logo 1 a cada 4 meses. Uau! Números assustam, não é verdade? Chamam a atenção, no mínimo. O normal seria esquecer de tudo nesse intervalo de tempo, mas não... Cada detalhe, cada palavra, cada gesto, tudo fica na memória. Não houve entrega total, muito menos recíproca. Nunca houve! É chato ter que admitir novamente o quão importante foi pra mim tudo isso. Meu coração que era quentíssimo, gelou (como o dele sempre foi); meus sentimentos que nunca eram escondidos, agora estão todos empacotados na minha cabeça. É algo que nunca vou sentir por ninguém nessa vida. Não digo que é o amor eterno, mesmo porque não acredito nisso. Mas é um sentimento único, insubstituível, talvez. Não tem como explicar, não tem o quê falar, uma vez que já falei bastante em um outro texto aqui (Inocência). Não me faz bem falar disso, bate uma... Saudade, talvez. Mas afinal de contas: do que eu gosto? Seria da pessoa, da presença, da companhia, do quê mesmo? Não existem motivos óbvios, razões convincentes para tanto... Apreço, admiração. Seria capaz de muita coisa para que desse certo, mas não tenho certeza de mais nada. A única certeza hoje é a de que independente do que aconteça, eu sempre vou sentir isso por ele. Por dentro, eu me canso dos julgamentos e só quero assumir minha fragilidade. Mas o necessário é descartar todas as lembranças, boas e ruins, e ainda bem, conto com a ajuda de muitas pessoas. Até quando vai durar isso? Estou no caminho certo? Tem limite pra isso? No mais, obrigada por tudo, por (não) fazer parte da minha vida durante todo esse tempo. Um final feliz... Penso que se tá assim (nada bem), é porque não chegou o final ainda. Mas alguém pode prever quando isso acaba? Tenho pressa. Que se acabe logo, que suma da minha vida. Ou, para o final feliz de contos de fadas, que se entregue de uma vez. Que o destino seja justo. Que eu me descubra. Que eu entenda o que acontece. Que meu sentimento seja reconhecido. Que compreendam que não posso controlar. Que eu consiga ser feliz! Nada mais.
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Amor
Engana-se quem pensa que amor é amor e pronto. Amor não é só de homem e mulher (ou no mundo moderno, de pessoas do mesmo sexo). O amor tem três faces, ou fases, como preferir. Uma se difere da outra de acordo com a intenção que temos com o outro. Eros. É o primeiro estágio e pra mim, o mais complicado. É querer ter, geralmente pelo físico da pessoa. É um amor onde você deseja tanto a pessoa, que acaba esquecendo de você mesma. É, na maioria das vezes, um amor platônico. Não por ser alguém longe da realidade, mas por haver algo que impeça que se concretize. É o desejo, a vontade de estar junto, contato físico, intimidades, trocas de carinho. Não é comum enxergar as qualidades interiores, pois o que se quer está por fora mesmo. É o amor entre homem e mulher, pensando em demonstrar sempre com um beijo ou algo mais. Pode-se comparar àquela fase do amor à primeira vista, onde o casal se conhece e interessam um pelo outro. A segunda fase, Filos, é mais ou menos o namoro de um casal, onde a atração se dá não só pela parte externa. Começam a se conhecer melhor, a descobrir qualidades (e defeitos também). O desejo agora não é carnal, é muito mais. A pessoa só é feliz se estiver com aquele(a) que ama. Sua felicidade é compartilhada e ao mesmo tempo dependente do outro. É nessa fase em que descobrem o ciúme e a carência, dentre outros sentimentos. Perto, é euforia total, conforto, felicidade. Longe, bate a saudade, momentos depressivos são comuns. Bipolaridade? Quase isso. E por fim, o amor Ágape, o mais bonito e sincero de todos. A felicidade agora não depende da presença da pessoa em carne e osso. A pessoa é capaz de abrir mão da sua felicidade pelo outro, se sente bem em fazer o bem, não precisa do contato físico porque só em pensamento é capaz de se satisfazer. Incondicional. Nunca se faz algo pensando em receber outra coisa em troca. É o amor de mãe com filho, o de Deus que perdoa até seus maiores inimigos, o de amigos de verdade, o sentimento mais bonito que uma pessoa pode sentir na vida. Já passei por todas essas fases e estacionei em algumas. Acho que depois de ler isso, todo mundo se identifica com uma delas. Plante amor pra colher amor, seja qual for.
domingo, 8 de junho de 2008
Pseudonamoro
Dia dos namorados próximo e eu não conseguiria ficar sozinha. O ano passado foi um pouco decepcionante. O dia que deveria ser de comemoração, foi o dia D: do término. Traumático, não? Dá pra agüentar. Mas voltando ao presente e chutando o passado pra bem longe... Arrumei um parceiro, um amigo pra me fazer companhia no dia doze. A idéia foi aceita na hora! E como eu nem desconfiei de nada? Como pude? Como ele mesmo definiu: um cara cético. Muito estranho aceitar tal brincadeira tão facilmente. Um pseudonamoro me leva a algum lugar? Droga de carência! E agora ele simplesmente me diz que é mais do que uma brincadeira pra ele, que ele sente algo de verdade por mim. Aí me perguntam: “o que você vai fazer agora?” Alguém pode não perguntar e me responder? O que eu acho correto é fingir que não sei de nada. Não quero perder a amizade bonita que a gente tem, porque ele é importante pra mim. Todo mundo separa: os pra ter algo por um dia, os pra levar a sério, os que não merecem nada e os amigos pra vida toda. E nesse último grupo é onde ele está incluído. Logo, ignoro a situação, finjo que não sei de nada e fica tudo bem. Tudo bem pra mim, né? E ele, como deve ficar nessa história? Espero que tenha me entendido, que pra mim é só uma brincadeira. E se achar melhor, terminamos (o namoro ou a brincadeira, não sei). Eu precisava de alguém que realmente gostasse de mim e ele sabe disso. Mas não podia ser ele, meu amigo! Ai, tá complicado. Vai ficar tudo bem, tenho fé. E resgatando o passado, acredito que este dia dos namorados será melhor que o anterior. Mesmo com lembranças vindo à tona. Traumatizada!
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Acampanglo
É história demais pra contar, fica até difícil escrever porque não se sabe por onde começar. Como o relato será de três dias, já é de se esperar um texto grande, como tem sido os últimos aqui. O ônibus. A galerinha do fundo se achando, a da frente mal se enturmava e eu estava em posição intermediária, mais próxima do fundo. O funk proibido rolava e o truco começou. Eu, na posição de biriba, já pulei os bancos para jogar, mas não durou por muito tempo. Coisas de mulher... Precisei deitar e ficar quieta (o que é bem difícil pra mim) pra dor passar. Alguém notou como eu estava e isso me deixou tão feliz. Toda a atenção que ele tem quando você menos espera é muito legal. Foi o primeiro de muitos momentos bons com ele. Em volta só tinha pessoas que me faziam rir (o que não era tão difícil assim). A viagem foi longa, mas não cansativa. Chegando no local, as malas me carregavam e já pude ver algumas poucas pessoas na entrada (tinha gente jogando buraco e me deu vontade de sentar com aquele povo). Quanto mais eu andava, mais gente eu via. De longe, pude reconhecer pouquíssimas que conhecia por foto (isso é algo incrível porque não enxergo muito bem, muito menos sem meus óculos). Minha turma escolheu o lugar e nós, as meninas, contamos com a ajuda dos “homens” na montagem das barracas. Peguei minha blusa que mais servia de vestido, separei a roupa e me preparei para o frio. Banho. Era disso que eu precisava. Um bem tomado, quente e demorado me faria muito bem. Não deu nem cinco minutos debaixo do chuveiro e a luz acabou (acredite, é verdade) e foi só naquele apartamento! Explicando o termo “apartamento”: estávamos acampados mesmo, mas uma santa professora de alma boa deixou usar o banheiro dela para maior privacidade. O banheiro coletivo de todas as barraqueiras era imundo e muito aberto. Voltando ao banho de água fria (literalmente), isso não foi tão assustador assim não. O frio do lado de fora não era exatamente o que eu esperava, era bem menor. Todos prontos e cheirosos (com alguma exceções, claro), todas as unidades se reuniram para a apresentação. Equipe verde. Como as coisas acontecem rápido né? Devíamos cumprimentar com um aperto de mão, um abraço ou um beijo no rosto. Olho pro lado e me deparo com um beijo de novela das oito que passa às nove. UAU! Até o monitor viu e fez questão de comentar no microfone. Isso é que eu chamo de interação. Já estava cansando daquele bla bla bla e prefeir esperar pelo luau na minha barraca. Acompanhada pelo atencioso do ônibus. Papo sério o que tivemos e foi muito bom. Luau? Tava ruim, não superou minhas expectativas. O frio aumentava e o som que me chamava atenção era o de rodinhas de violão. Vamos pra barraca! Dez pessoas, o dobro da capacidade. Homens e mulheres misturados, mas sem nenhuma maldade. Maldade foi o que nos fizeram. Qual o motivo de nos tirar dali pra nos colocar no sereno, naquele frio ao som de músicas não apropriadas para um luau? Suspeitavam de alguma sacanagem ali dentro por haver pessoas heterossexuais de sexos opostos em um lugar apertadinho, calor humano. Esqueci do detalhe: no canto, a conversa atenciosa, séria e legal continuou. Eu só pensava como nunca pude conhecer melhor aquele cara. Ele era muito mais do que eu imaginava, tava sempre ali do meu lado e eu nem dava atenção. Atenção... Tudo que precisava! Voltando para a festinha, acabei conhecendo uma galera legal, reconhecendo outras pessoas e foi até divertido. Nossa cidade era a que mais se misturava, que mais queria conhecer gente nova e era essa a diferença. Não me incluo muito nesse grupo sociável, mas pelo meu jeito mesmo, porque vontade eu tinha. Toque de recolher. Quando tudo ficava interessante... A regra era simples e clara: quatro da manhã, todos (XX com XX e XY com XY) deveriam estar na barraca, conversando ou não, dormindo ou não. Começa o inferno. O sono me comia e eu já ficava nervosa. Eram piadinhas e comentários tão idiotas que todo mundo ria. Eu queria dormir, só isso! O segurança, pelo que parecia, estava (muito) mais nervoso que eu. “Não sou sua mãe; olha o nível descendo; vamos respeitar aí, gente; amanhã Itaúna vai ter amolação, se não deixarem os outros dormirem, vou tirar vocês daí” eram algumas das frases que ouvi. Ninguém queria saber de nada! Não era só a bebida que tinha alterado a alegria não, não podia ser. Todo mundo ria de tudo, achavam graça na fala do segurança e do monitor que foi chamado no local. Por um tempo, cochilei e quando comecei a dormir (ainda ao som de risadas e pedidos nem um pouco educados de silêncio) senti algo estranho nas minhas costas. Sei que foi sem querer, mas chutaram minhas costas. Percebi que dormir naquela noite seria impossível e resolvi então ficar acordada e tentar entrar na brincadeira. Como minha amiga disse, quando eu boto na cabeça uma coisa, não tiro por nada. E naquele momento, eu não acharia graça em absolutamente nada. Me lembro bem do momento em que meu amigo atencioso (sim, agora já o considerava meu amigo) disse o quanto era ruim ver tanto desrespeito naquele lugar. Menores de idade bebendo e fumando (nada contra) e ele, tinha simplesmente que esquecer sua posição de cumpridor da lei. Legal sua atitude de não fazer nada, mesmo querendo, porque prejudicaria quase todos. Um momento horrível. Uma ligação para um dos barraqueiros com a notícia de que aqui, na cidade um acidente fez uma vítima fatal. Era um amigo, um colega de muita gente que estava acampada. Muito choro, desespero, foi triste. Ninguém dormiu depois da ligação. O dia amanheceu, procurei o sol nascente, mas as nuvens o escondiam. O frio era de trincar e procurei logo meu chocolate quente. Aos poucos, todos acordavam e faziam uma grande fila para o misto frio no pão de sal. O dia passou depressa. Eu já estava me enturmando e interagindo com outros alunos. No fim do dia, depois de muita dor no corpo, muita massagem e cochilos para compensar as horas de sono perdidas, organizamos de última hora um churrasco. Cinco reais era a condição para participar e era difícil recuperar com carne. Me senti no tempo das cavernas, disputando a caça para sobreviver. O tempo era curto e ninguém ligava em comer carne crua. Começamos a nos preparar para o baile de máscaras (a expectativa foi tão grande, mas nem tava tão legal assim). Tinha terrorista, bruxa, monstro, carnavalescos e até máscaras de séculos passados. Alguns nem precisavam usar máscaras, eram a própria figura, um personagem. Cheguei a comprar uma, caso o uso fosse obrigatório. Ainda bem não precisei usá-la. O cansaço, o sono, o frio e a timidez me puxaram para a barraca e lá fiquei. Não participei da “balada” e não me arrependo disso. Essa noite sim eu consegui dormir, sem interrupções. Quando acordei, já era dia, sol já estava alto (mesmo que escondido nas nuvens) e a fila pro café era grande. O clima, quase que para todos, era de despedida. Não tínhamos hora certa pra ir embora, mas sabíamos que o fim estava próximo. Aproveitar os últimos momentos, era isso que a maioria queria. Resolvemos acabar com a carne do dia anterior e demos falta do carvão. Depois de procurar por todo o clube, uma alma caridosa (ou de consciência pesada) cedeu um saco cheio para que pudéssemos divertir. E assim o fizemos. A chuva ameaçou a cair e por sorte, as barracas já haviam sido desmontadas. Apenas reunimos os pertences pessoais em um canto e logo levamos para o ônibus. O clima de despedida tomava conta do lugar. Assim que terminamos o almoço, já procuramos cada um o seu lugar no ônibus. A volta foi bem mais tranqüila que a ida. O cansaço, a preguiça era geral. Mas como em toda viagem de escola, teve aquela farra. Minha localização no ônibus era mais no fundo, onde todo mundo queria realmente dormir. Alguns até conseguiram, outros tiraram um cochilo (meu caso) e teve um que entrou em sono profundo (sortudo). O tempo passou mais devagar, mas nem por isso a viagem foi cansativa. Enfim na minha cidade, com minha mãe já me esperando. Ah, minha casa, meu quarto, uma tomada disponível, minha cama, meu cactus, meu sapinho, Nesquick, Tuba, Internet, orkut e blog. Uau! Amo muito tudo isso! Aventura nenhuma me faria esquecer do quanto é bom o conforto de casa. No mais, gostei de tudo, adorei. A propósito, como é bom um colchão macio, né?
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Quarta-feira
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Minha culpa
Por que tudo isso de uma só vez? Talvez sirva de lição. Lição? Lição de quê? Não faço a mínima idéia do que estou falando aqui. Esse talvez seja o mês mais agitado da minha vida, nunca tive tanta história pra contar, sabe? Isso é bom (ou não?). Vamos analisar os fatos: pessoas apareceram e sumiram – isso não é legal, não mesmo. Por que tudo foi tão rápido assim? A culpa deve ser minha, só pode ser minha porque sempre é minha, única e exclusivamente minha. Minha! Se isso não fosse mais um texto escrito, provavelmente minha voz seria estridente agora. Voltando ao pronome possessivo, minha consciência, minha cabeça e meu orgulho não me permitem muitas vezes com que as pessoas certas permaneçam por muito tempo em minha vida. Pensando por um outro lado, valeria mesmo a pena continuar valorizando tanto como eu valorizei? Agora isso não tem a mínima importância. Aquele clichê se encaixa perfeitamente: “foi bom enquanto durou”. Admiro muito (invejo até) a capacidade que têm de mostrar somente o lado bom, somente qualidades e esconder tão bem todos os defeitos. Cega fui eu (talvez de amor, talvez por preocupar comigo e só) de não conseguir ver além disso tudo. Enfim, outros fatos devem ser analisados. Lá vem a síndrome de culpa: seria minha culpa perder aos poucos alguém por quem eu daria minha vida? Poupo as descrições sobre ela. É sem querer, mas as ocasiões fazem com que isso seja o correto. Por que eu temo tanto a reação de alguém que sequer olha no meu olho (por medo, talvez)? Aliás, acho que o medo maior vem dessa segunda pessoa, medo de perder a primeira que apenas faz bem enquanto tá perto. Ninguém vai entender isso direito, só ELA mesma. E nesta terça-feira (in)felizmente consegui falar isso tudo diretamente, sem sinais, sem olhares, mas com toda sinceridade essencial nessa hora. Foi melhor, pra todos nós, tenho (quase) certeza disso. Enfim, esse é apenas mais um caso complicado. E de casos complicados eu entendo... Tudo poderia ser tão mais simples, né? Mas se a vida fosse simples, não teria graça. Graça. Usei bastante essa palavra em uma conversa sobre aquela minha paixão perdida, aquele caso mal resolvido. Chego a ficar com dúvidas: será mesmo que gosto de verdade? Ou será que apenas relembro (com muita saudade, por sinal) em momentos difíceis, de extrema carência, quando preciso de alguém? Ou será então que simplesmente é um caso cheio de graça por ser tão complicado? Aposto na terceira hipótese. Se tudo se resolvesse agora, perderia toda a graça. Tá aí! Não tenho pressa para que nada se resolva. Ou tenho... Se isso for mais um dos meus enganos, tudo que mais quero é que se acabe logo – rápido! Reli todo esse texto agora e conclui que não estou falando coisa com coisa. Devo estar ficando louca , mas falei uma pequena parcela do que precisava. Acredite, tem muito mais! Mas já me sinto mais leve e isso sim, é bom. É a minha, única e exclusivamente minha saída! Sem culpas nem desculpas...
domingo, 25 de maio de 2008
Exposição
Não faço idéia de quando isso começou, muito menos o por quê. Já procurei explicações comigo mesma, mas deve estar bem escondida. Minhas noites mal dormidas não me levam a lugar algum, não encontro solução para as inúmeras reclamações que tenho ouvido. Mudanças? Em que sentido? Humor é algo que muda constantemente e já repeti tantas vezes... Eu não sou aquilo que tento parecer. Essa minha aparência triste, calada, com falta de interesse não é bem isso. Só estou revendo alguns dos meus conceitos e mudei meu jeito. Mas não era nada pessoal, era unanimidade. Continuo sendo a mesma pessoa, mas certas atitudes mudaram com todo mundo, não com uma ou outra pessoa. Escrever pode ser algo perigoso, ainda mais quando se tem um destino certo. Pode ser que quando a pessoa leia, o que foi escrito não seja mais aquilo que queria dizer. Dá pra me entender, né? “Não vou”... Percebi que estava chateando por estar (com motivos) fora da programação do meu fim de semana. Tentando consertar meu erro, queria simplesmente fazer um programa legal, coisa que não fazíamos há um certo tempo. Enfim, foi essa resposta negativa que ouvi, uma rejeição que eu realmente não esperava. Mexeu comigo, não vou mentir – nem insistir. Pode ser que alguém, quando ler isso, considere muita exposição sobre minha vida. Mas acredite ou não, eu não sou única. Por falar nisso, outro fato que me maguou (talvez isso até sirva para revidar) foi as observações em negrito, itálico, enfim, formatação diferente no final de um texto. Indiretas são legais, concordo. Mas só me agradam quando você já até desconfia e envolvem críticas construtivas. De certa forma entendi que eram indiretas pra mim e ficaria muito mais aliviada se me dissessem o contrário. “Posso contar nos dedos”. Tudo bem que essa é uma frase que eu carrego sempre comigo e acho mesmo que amigos de verdade podemos contar nos dedos. Mas depois de ler aquelas linhas que falavam de falsidade, confiança e amizade (coisa que ainda acho que era pra me atingir), fica difícil compreender. Fiz tudo que pude para ser ‘ a ‘ amiga e quero muito que reconheça isso, mesmo que não me considere mais sua aliada (é essa a definição de amigo em um dicionário). Foi com essa companheira que dei risadas espontâneas e escandalosas, que fiz os piores comentários sobre tudo, que compartilhei meus maiores segredos, minha vida. Foi por ela que sacrifiquei minha felicidade e fiquei bem rápido para não afetar nossa relação. Dá pra me acompanhar? Tudo que eu mais queria agora (e estava realmente disposta) era substituir cada expressão triste por um sorriso largo (tanto meu quanto dela). Por mais distante que eu pareça estar, é do seu lado que eu estou o tempo todo, é em você que eu penso toda hora. Reconheço que é típico do ser humano lembrar só de erros, vacilos numa hora dessas. Um favor só! Pense em tudo, tire lá do fundo tudo de bom que fiz por você e pra você. Mesmo você não acreditando, mesmo eu não demonstrando quando se faz necessário, quero te lembrar que se tem algo que com tudo isso, se tem algo que não mudou é o meu amor por você. Com toda minha seriedade e sinceridade, eu te amo! Não me canso de repetir, mesmo você não entendo isso. Eu te amo!
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Inocência
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Sobre mim
domingo, 11 de maio de 2008
Mãe
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Cantarolida
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Atualização
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Abacate
terça-feira, 22 de abril de 2008
Pesadelo
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Cama, doce cama
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Amanda
Amanda amada, amada Amanda. Sinceramente, acho difícil escrever algo á sua altura. É impossível colocar aqui tudo o que eu sinto por ela, o que eu penso. É tão imenso, e ninguém seria capaz de me entender. Eu me sinto completa, me sinto à vontade, me sinto uma pessoa extremamente feliz, quiçá a mais feliz, com ela. Por ela eu seria capaz de enfrentar o mundo, de subir o Everest, de nadar no Mar Morto, eu pularia do World Trade Center se ainda estivesse lá. Toda coragem, todo pudor, tudo que eu tenho de bom é graças a ela, que me mudou. Sem ela, não conheceria o lado bom de viver, aliás, nem sei se eu ainda viveria. É ela, e só ela, que consegue com um olhar me entender. O seu silêncio basta pra mim, às vezes até melhor que qualquer conselho. Ela sabe exatamente o que eu preciso e o mais importante: sabe me dar na hora certa. Se alegria estivesse à venda, não importa o preço, eu me virava pra comprar tudo pra ela! É perfeita, nunca vi coração mais puro. Mesmo não demonstrando toda hora seus medos e planos, qualquer um sabe o que está se passando na sua cabeça. Ou não... Certas vezes me preocupo, ou melhor, sinto uma enorme curiosidade de saber o que é que ela esconde. Isso é fato: ela não oferece tudo aquilo que pode dar. O que mais tem atrás daquele sorriso constante, daqueles olhos pequenos? Seus traços são marcantes, sua imagem permanece na cabeça de qualquer pessoa por algum tempo. Mas, de novo a dúvida: ela tem mesmo mais coisa boa pra expor? Seria exagero, ela não precisa de mais nada pra se tornar especial e inesquecível. Ela é notável, é expressiva e eu, tive o privilégio de conhecer bem. Não tão bem quanto gostaria, mas o suficiente pra dizer aqui agora o quanto ela significa pra mim. É a minha eterna amiga, uma das únicas que enche a mão dos amigos de verdade. Amanda!
Coisa de momento
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Um anjo
terça-feira, 15 de abril de 2008
Teoria do abismo
O que fazer quando se encontra bem próxima de um, prestes a cair? Podemos voltar, sem movimentos bruscos, com passos regressivos. Neste caso, o mais provável seria refazer o caminho, mas a probabilidade de chegar novamente à beira do abismo existe. Então, por que não se jogar de uma vez já que o retorno para o início do trajeto é tão difícil? É a falta de coragem, porque sabemos o que vai acontecer. Mas, no mundo acontecem coisas estranhas, que parecem óbvias para poucas pessoas que conseguem enxergar de uma outra forma. Você pode sim se jogar e não cair. Não, minha intenção não é contrariar as leis da física e brigar com a força da gravidade – ainda. Diante dessa situação, não é muito difícil acreditar que discretamente, há alguém nos observando, mesmo sem dar palpites e soluções para a tal decisão que me levou a escrever isso. Esse alguém é o que chamam de amigo. Com toda certeza, eu sei que ele impediria minha queda, faria o possível e o impossível porque mesmo sem gritar por socorro, ele sabe quando e o quanto eu preciso de ajuda naquele momento. Todas as dúvidas anteriores então desaparecem e o desejo de se refazer o caminho pode se concretizar; dessa vez com passos a diante e vendo tudo que acontece. Se a pessoa já era especial, agora se torna mais ainda, pois mostraria que as coisas poderiam ser diferentes desde o início e que nunca houve culpado no erro. Aos amigos do abismo, um muito obrigada. Aos demais, interpretem como quiser. Isso é filosofia!